quarta-feira, 10 de junho de 2009

Sítios para navegar na Internet

Pais e filhos--------- Filhos----------Pais
Navegue na Internet com os seus filhos, os seus netos, os seus educandos...
Mesmo que não seja para ficar, acompanhe-os ao sítio, entre e dê uma espreitadela!
É muito importante sabermos por onde andam as nossas crianças e levá-las a descobrir e a explorar sítios nos quais vão precisar da nossa ajuda.

Pais e filhos

  • http://ciberduvidas.sapo.pt/respostas.php - No Ciberdúvidas toda a família pode encontrar respostas a questões de gramática e de vocabulário. Sabem quantas respostas já foram dadas sobre perguntas de gramática? E quantas sobre perguntas de léxico?
  • http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx - Aqui é possível consultar um dicionário de Língua Portuguesa na Internet e ter acesso a algumas respostas para resolver questões de gramática.
  • http://pt.wikipedia.org/ - A wikipédia é a enciclopédia livre na Internet que todos podem editar. O índice geral está organizado por temas. É um sítio para explorar em família.
  • http://www.google.pt/ - O google é um motor de busca poderosíssimo. Através dele pode-se criar conta de correio electrónico, pesquisar sítios e mapas, coleccionar imagens, criar uma biblioteca da família. Contudo, é igualmente muito útil, quando é preciso encontrar expressões, frases e pequenos textos com determinadas palavras de que não sabemos o significado ou até se existem. Basta escrever a palavra que nos causa problemas e esperar pelos contextos de ocorrência que este pesquisador nos vai oferecer.
  • http://www.estacaodaluz.org.br/- Já conhecem este museu da Língua Portuguesa? Podem visitá-lo na Internet e conhecer as suas actividades.
  • http://www.ecolenet.nl/tellme/poesia/ - Este espaço foi criado a pensar nos miúdos. Oferece poesia de autores que escrevem para crianças e jovens.
  • http://www.oceanario.pt/site/ol_home_00.asp - Vale a pena uma visita virtual guiada ao Oceanário. Há botões hiperligados às Actividades, à Galeria, ao Centro Náutico ou à Newsletter. É preciso ler bem para extrair toda a informação disponível. Antes de a família preparar uma visita presencial, vale a pena consultar este sítio, com um documento aberto, por exemplo, no Word, de modo a ir colando as opções a seleccionar, em função da consulta de calendários e horários.
  • http://museu.gulbenkian.pt/serv_edu/navegar_no_antigo_egipto/egipto.html E que tal uma visita virtual ao antigo Egipto? Por exemplo, a exploração do friso cronológico permite dar uma ajuda aos miúdos que estão a frequentar o 2.º ciclo, na leitura de datas (c. 3000 a 2660 a.C. = cerca de 3000 a 2660 anos antes de Cristo/da era cristã/da nossa era). Quando fizerem a visita presencial em família, talvez ainda se lembrem do que aprenderam na visita virtual.

http://www.dgidc.min-edu.pt/sitiodospais/apontador_amarelo.jpgFilhos

http://www.dgidc.min-edu.pt/sitiodospais/apontador_amarelo.jpgPais

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Uma aventura nos Açores

Uma aventura de "Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada"


Desta vez as autoras levam-nos a conhecer uma aventura onde as personagens estão rodeadas de uma paisagem esplêndida.

Através deste livro pude imaginar como seriam as ilhas do arquipélago dos Açores; Eu já sei que o arquipélago tem nove ilhas. A primeira a ser descoberta foi Santa Maria. Cidades há muitas: Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Horta…São terras de sonho. Podemos dividir as ilhas em três grupos, no grupo ocidental temos Corvo e Flores; No grupo central temos Graciosa, São Jorge, Faial, Terceira e Pico; No grupo oriental encontramos São Miguel, Formigas e Santa Maria.

A descrição é tão bem feita que posso falar um pouco das quatro ilhas referidas no livro. Os jovens aventureiros primeiro passam a conhecer a ilha Terceira onde os edifícios antigos estão novinhos em folha, porque após o terramoto de 1980, reconstruiu-se tudo, para além de ter uma construção recente Angra do Heroísmo mantém um estilo antigo. Na costa da ilha deu-se a batalha de Salga, no inicio da dinastia Filipina. O povo da ilha terceira continuava a hastear a bandeira portuguesa, para além do continente estar sob o domínio filipino. Homens e mulheres, vacas e touros participaram nessa batalha. Uma mulher após ter perdido marido e filho nesse conflito, continuou a luta até ao fim, chamava-se Brianda Pereira. O povo da ilha Terceira ofereceu grande resistência á invasão dos espanhóis. Na ilha de São Miguel, a cidade de Ponta Delgada tem uns arcos que eram as antigas portas da cidade. A sua construção é tão forte que resistiu a tremores de terra, ataques de piratas, vendavais e sobretudo á fúria destruidora dos homens. Num vale os jovens puderam observar de perto um fenómeno da natureza onde os seus quatro elementos: água, fogo, terra e ar estavam todos presentes:”…o fogo do interior da terra vem à superfície e solta rugidos, a água brota em estado líquido e gasoso, o ar acolha os parceiros e envolva-os em amor.” E o vulcão dos capelinhos na ilha de Faial, quando explodiu foi o caos, o fogo saía do mar aos borbulhões, levantou-se um jacto de vapor de água com quatro mil metros de altura e houve toneladas de chuva de cinzas a cair sobre os campos e as casas, as pessoas fugiam aos gritos e em duas horas houve quinhentos terramotos. O nome da cidade “Horta” deve-se ao primeiro povoador que era estrangeiro e chamava-se Huerter. À beira mar os cinco amigos observaram um imenso paredão coberto de desenhos, pinturas e inscrições feitas pelos muitos homens e mulheres que por ali pararam para descansar após a travessia do atlântico. Quando chegaram á ilha de São Jorge, depararam com uma ilha pequena, muito estreita e comprida, lembrando a forma de um crocodilo. Havia estradas normais e caminhos de terra batida, ladeados por árvores frondosas cujas folhas duras e brilhantes pareciam de loiça. Luísa reparou que pelo campo fora alguém espalhara tabuletas de madeira com versos ou frases bonitas de poetas e escritores que descreveram as ilhas.

Gostei do enredo desta aventura, A Teresa, Luísa, Pedro, Chico, João e os dois cães Caracol e Faial, estiveram em perigo; Mas tudo acabou bem e também puderam apreender que não se deve tirar conclusões precipitadas, as aparências enganam. O que realmente me cativou foi a descrição dos locais onde esta aventura se passa e as histórias das ilhas.

Luana Fernandes Cunha, 29 de Janeiro de 2009.

D. Afonso Henriques

Quando tudo aconteceu…

1109:Provável ano de nascimento, em Coimbra, do infante AFONSO Henriques, filho do conde Henrique e de dona Teresa, bastarda do rei Afonso VI de CASTELA e Leão.1122:Afonso Henriques ignorando o cardeal que presidia a cerimónia, arma-se cavaleiro na catedral de Zamora.1128:Afonso Henriques luta contra a mãe, dona Teresa no campo de São Mamede, junto ao castelo de Guimarães. O exército galego é derrotado.1129:No dia 6 de Abril. Afonso Henriques dita uma carta onde se proclama soberano das cidades portuguesas.1135:Afonso VII filho de dona Urraca, é coroado “imperador de toda a Espanha”, Afonso Henriques se recusa a prestar vassalagem ao primo.1137:Paz de Tui. Após lutar com Afonso VII no Alto Minho, Afonso Henriques promete ao imperador “fidelidade, segurança e auxilio contra os inimigos”. 1139:Batalha de Ourique. Afonso Henriques vence cinco reis mouros.1140:Afonso Henriques começa a usar o título de Rei.1143:Provável tratado de Zamora no qual estabelece a paz com o primo Afonso VII. Primeiro passo para a independência Portuguesa. Afonso Henriques escreve ao Papa Inocêncio II e se declara – e a todos os descendentes – “censual” da Igreja de Roma. A palavra “censual” significa que Afonso Henriques é obrigado a prestar obediência apenas ao Papa. Na região que governa, portanto, nenhum poder é maior que o dele.1147:Afonso Henrique expulsa os mouros de Lisboa e várias outras cidades portuguesas.1169:Afonso Henriques é feito prisioneiro do rei de Leão, Fernando II.1179:A Igreja Católica reconhece formalmente, a realeza de Afonso Henriques.1180:Final dos conflitos com Fernando II.1185:Afonso Henriques morre na cidade em que nasceu.

Graças à esperteza política de Afonso Henriques, Portugal é a primeira nação europeia a se estabelecer como Estado independente. Antes do ano 1200, Portugal já é Portugal.Com direito, inclusive, a língua própria: o galaico-português.
Génio, estadista, raposa política, vitorioso, implacável, espertíssimo: Afonso Henriques constrói uma história rocambolesca. Tudo o que pode manipular a seu favor, manipula sem escrúpulos. Inicia a trajectória de vitórias fundando um reino.
O avô de Afonso Henriques destaca-se como um dos homens mais poderosos de sua época. Afonso VI consegue casar sua filha ilegítima com um dos condes de Borgonha – família finíssima, não é assim, toda hora, que um Borgonha se mistura á gente dita mal nascida. Afonso VI determina que o novo e único condado pertencerá á Teresa e ao marido dela, claro. Urraca, a filha legítima, sentará no trono de Leão e Castela, como ensinam as regras da moral e dos bons costumes. Afonso Henriques tem 20 anos quando o avô morre.
Aos 13 anos, na cerimónia em que o sagram cavaleiro, na catedral de Zamora, Afonso Henriques passa por cima do bispo e ele mesmo sagra-se. A mãe tenta anexar Portugal á Galícia, é desconhecer o filho que tem. Com 21 anos, Afonso Henriques cerca Guimarães e declara uma briga: quem está de fora, não entra; quem está dentro, não sai; quer poder, seu lugar é no condado materno. Afonso Henriques já andava observando que, além de se libertar de Castela, as cidades de Portucal identificam-se cultural e ideologicamente. Para ele, não parece tarefa difícil transforma-las em uma só força. Ele age na hora certa, com as pessoas certas, da maneira certa. Os habitantes de Guimarães, liderados pela nobreza e pela burguesia, recebem o infante de braços abertos. Após ter derrotado a mãe na batalha de São Mamede, declara : “Eu, o infante Afonso, filho do conde Henrique, livre já de toda a opressão, …, na posse pacífica de Coimbra e todas as cidades de Portugal…”.Combate e vence. Quando não vence pela força, moedas de ouro resolvem a situação. Os inimigos principais são mouros, mas os primos Afonso VII e Fernando II, ambos de Castela também lhe dão que fazer. Este último, prenderá Afonso Henriques em Badajoz e se espantará com a riqueza do rei português. De resgate, Afonso Henriques pagará quase 2 toneladas e meia de ouro. Passa a vida combatendo e fazendo acordos políticos. Logo após a vitória de São Mamede, Afonso estabelece as suas relações com a Igreja: cede em tudo. Sabe onde pisa, os clérigos têm força demais para serem contrariados.
Em troca do apoio amplo, geral e irrestrito, o arcebispo de Braga recebe a garantia dos seus privilégios. Em textos da época monges do Mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra, não economizam elogios a Afonso Henriques:”prudente, sábio, inteligente, belo, gigante, leão rugidor”. Depois da batalha de Ourique, então, os frades passam a delirar. Na opinião deles, Afonso Henriques é o “eleito de Deus para provar a autonomia de Portugal e dos portugueses”.
Em 1135, Afonso VII o filho de Urraca sobe ao trono. Da família, só Afonso Henriques não comparece, com a intenção clara de mostrar que o Condado Portucalense não presta vassalagem ao soberano de Leão e Castela e que Afonso Henrique considera-se tão Rei como o primo. Em 1137 assinam a Paz de Tui, onde Afonso submeta-se a certas exigências do primo. Mas acaba por não respeitar o compromisso. Inocêncio II precisa de enviar um cardeal para apaziguar os primos. Porém, antes, acontece o milagre de Ourique, para alguns ou artimanha de Afonso Henriques para outros. Permanece no brasão do país - cinco escudos, cinco quinas, cada qual com cinco bolas representando os cinco reis mouros vencidos na batalha – e, finalmente, transforma Afonso Henriques em rei de facto e de direito. Batalha vencida, povo em delírio, igreja desvanecida. O infante passa a se assinar “rei dos portugueses.
Em 1143 Afonso Henriques joga outra cartada genial. Alegando a batalha de Ourique, escreve a Inocêncio II, reclamando para si e seus descendentes apenas, o status de “censual”. O seja, dependente apenas de Roma. Dentro de seu território manda ele e só ele.
Quando em 1179, a Igreja de Roma, finamente, reconhece a realeza de Afonso Henriques, o reconhecimento já não tem importância. A independência se consumara, Portugal afirmara sua soberania e o infante encerrava a vida como rei de primeira grandeza.
Em Zamora Afonso VII, entende que o infante jamais lhe prestará vassalagem. Por conta própria começa a trata-lo de igual para igual.
Afonso Henriques combate lado a lado com os seus soldados, comportando-se como igual, sem hierarquia. Sua tropa mais que o respeito: venera-o. Obedece a qualquer ordem.
Como desculpa de empurrar infiéis de volta aos locais de origem, Afonso Henriques amplia o território português: Lisboa, Santarém, Almada, Óbidos. Palmela, Sesimbra. Combate após combate, destruindo mouros.
Ele antecede o seu tempo, revela-se um génio de extraordinária visão política e indiscutível coragem moral. Os relatos da época demonstram um perfil justo, generoso e irreverente. Retratam um carácter corajoso, sujeito a crises de cólera, capaz de actos de violência e de reconhecer os seus erros. Realçam a sua tendência conquistadora. Casado com a discreta Mafalda de Sabóia – com quem teve sete filhos, entre eles, o herdeiro Sancho -, Afonso Henriques abençoa quatro bastardos. Ao herdeiro, Sancho I, Afonso Henriques deixa a única recomendação geopolítica: a construção de uma ponte entre o norte e o sul do país para não se perder a unificação que lhe custara fazer e manter.
Afonso Henriques, o pai da pátria portuguesa, morre no dia 6 de Dezembro de 1185, em Coimbra, mesma cidade onde nasceu. Seu corpo é enterrado no Mosteiro de Santa Cruz.



Luana Fernandes Cunha, 21 de Janeiro de 2009.

O Castelo

No sábado, 17 de Janeiro de 2009, fui visitar a Igreja de São Miguel de Oliveira, o Castelo de Guimarães e um pouco do Paço dos Duques, com a Jéssica, o Nico e a minha mãe. Vou falar dos dois primeiros monumentos e quando voltar ao Paço dos Duques poderei falar sobre ele.
Antes de mais adorei este pequeno passeio, pelo bom momento e porque aprendemos um pouco mais sobre a nossa história. De acordo com o que diz o povo, aqui nasceu Portugal.
Na capela românica da Igreja de São Miguel de Oliveira, encontra-se uma pia baptismal onde segundo se afirma foi baptizado D Afonso Henriques. Lá podemos observar no chão túmulos de guerreiros e religiosos, com gravuras mas pouco legíveis. Dos lados encontram-se estátuas, uma a representar um guerreiro e outra da virgem com o menino ao colo, perto do altar observei uma carta gravada na pedra. Aqui tem uma pequena descrição do que eu vi.
O Castelo de Guimarães foi considerado monumento nacional em 2007.Gosto muito de ir ao Castelo e imaginar como se vivia no tempo dos reis. Mumadona Dias, filha de um Castelhano desposou o poderoso conde Hermenegildo Gonçalves vindo a governar o condado Portucalense em meados do século x até ao terceiro quartel do século XI. Mumadona por inspiração piedosa veio fundar na parte de baixo da povoação Vimaranes um mosteiro, ao qual veio fazer mais tarde doações de terras, gado, rendas, abjectos de culto e livros religiosos (26 Janeiro 959). Na época a povoação de Vimaranes distribuía-se em dois núcleos: um no topo do então chamado Monte Largo e outro no sopé dessa elevação, onde o mosteiro foi fundado. Sendo na época uma zona vulnerável a supostos atacas e visando a defesa do núcleo religioso, a benfeitora principiou no topo do Monte de Largo, um castelo para recolher gentes em caso de necessidade. Em Dezembro de 958 doou o castelo a religiosos, na altura a estrutura era simples com uma torre e possivelmente envolta por uma cerca. Pouco mais de um século passado o rei Afonso VI de Leão e Castela doou o Condado Portucalense a D Henrique de Borgonha. Este e sua esposa D Teresa escolheram esta povoação e o seu castelo como residência. Desse modo a primitiva construção da época de Mumadona terá sido demolida e em seu lugar, erguida a imponente torre de menagem, na qual durante esta visita tive o prazer de subir a escadaria até ao topo com um pouco de medo. O perímetro defensivo foi ampliando e reforçando, nele se rasgando a porta principal, a oeste sobre a vila e chamada a Porta da Traição. O castelo foi testemunho do combate entre as forças de D Afonso Henriques e as da sua mãe D Teresa (24 Junho de 1128 batalha S Mamede), com a vitoria do D Afonso deu-se o origem da nacionalidade Portuguesa. Mais tarde depois da sua função defensiva, serviu de cadeia no século XVIII em 1836,por causa disto defendeu-se a sua demolição com a ideia de aproveitar as suas pedras para as ruas de Guimarães, que por pouco ia sendo aprovada; Por bem tal não aconteceu, podemos nos orgulhar na história deste monumento e espero poder repetir este passeio vezes sem conta.
Luana Fernandes Cunha, 4º Além Vila Nova de Sande.

O meu animal preferido

O meu animal favorito é o cão. Gosto muito deles porque são grandes amigos, por isso tenho uma cadela que se chama Dipsy e é muito fofinha; o que ela gosta mais de fazer é brincar pois também têm defeitos apesar de ser o meu animal favorito, que são: destrói tudo o que vê á sua frente e é extremamente chata mas mesmo assim gosto dela. É também muito mimada. A raça dela é Dálmata por isso é branca às pintas pretas.
Apesar de ser um animal, também gosta de ver filmes e o seu favorito é os 101 Dálmatas. E assim acabo de descrever e minha cadela.

Luana 4º Ano

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Os Primos e o Mago envergonhado

“Os Primos e o Mago Envergonhado” é uma história de Natal das autoras Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, quando saiu para venda ao público, parte dos seus lucros reverteram para a Unicef, com o objectivo de ajudar na compra de vacinas para as crianças.
Esta linda história fala de dois primos a Matilde e o Gonçalo que foram passar o Natal com a família à casa da serra, onde viveram aventuras cheias de surpresas, como o mostra esta parte do livro:«Em pé, muito juntos, olhos arregalados de espanto, olharam as paredes feitas de blocos de pedra cinzenta, os torrões redondos com telhados em bico, a ponte levadiça com grandes correntes de ferro, a enorme porta pintada de amarelo-torrado, as janelas de madeira pintadas de vermelho-vivo, tudo enfeitado com luzes, laços e coroas de Natal!». Esta pequena amostra do capítulo dois mostra o espanto das crianças ao ver o castelo do Mago Envergonhado. O Mago era bastante disparatado e muito simpático. Conheceram também a Bruxa Cartuxa e sua águia Leocádia. Foram bem instalados em cima da águia e voltaram para casa sem esquecer o presente que o Mago lhes ofereceu: um óculo mágico através do qual eles poderiam ver o Natal dos feiticeiros e das bruxas na floresta mágica, mas só a partir da meia-noite é que funcionava.
Já em casa, depois da ceia e de abrir os presentes, a seguir à meia-noite espreitaram pelo óculo e viram o castelo iluminado cheio de bruxas e magos a trocarem presentes, também observaram o baile dos bonecos de neve que estava muito animado.
Os meninos ficaram com o desejo de participarem nestas festas e talvez um dia isso possa acontecer. Assim termino o resumo de uma história de encantar.
Luana Fernandes Cunha, 4º ano A EB1 de Além, 15 de Janeiro de 2009.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Maria Teresa Maia Gonzales

Estrela à chuva.

Maria Teresa Maia Gonzalez é uma escritora portuguesa nascida em Coimbra no ano de 1958.
Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Franceses e Ingleses pela faculdade de letras da Universidade de Lisboa, foi professora de Língua Portuguesa de 1982 a 1997, no ensino oficial e particular. Tem vários livros editados, nomeadamente Estrela à chuva, Gaspar e Mariana, a fonte dos segredos, etc. ….
É ainda com Maria do Rosário Pedreira, co-autora da colecção O clube das chaves, de que se publicaram 21 volumes e a maioria dos quais com várias edições.
O livro fala-nos de duas jovens unidas pela amizade, mas muito diferentes uma da outra: A Estela e a Gisela. A Estela sonha ser actriz e famosa, para isso vai a “castings” para programas musicais como a Chuva de Estrelas e também para novelas, mas sem qualquer êxito. Mesmo assim continua a lutar pelos seus sonhos. É uma jovem que se preocupa essencialmente com o seu aspecto físico, com o seu guarda-roupa e outras banalidades do género. Ignora os conselhos dos amigos como a Gisela e o Xavier, assim como os conselhos dos professores.
Quanto`à Gisela, é uma jovem negra de família humilde. Tenta mostrar à Estela que a beleza e os bens materiais não são tudo na vida. Esta jovem é uma boa aluna que sonha ser juíza. No entanto é obrigada a crescer demasiado depressa, devido às dificuldades familiares.

Gostei do livro apesar de a Estela e a maior parte dos seus amigos serem fúteis. No entanto admirei as personagens da Gisela e do Xavier que apesar de terem pouco dinheiro queriam lutar para ter um bom futuro, sabendo agarrarem-se às oportunidades que lhes iam aparecendo.


Luana Fernandes Cunha 4ºano a, Eb1 de Além Vila Nova de Sande.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

“Poemas da Mentira e da Verdade”

Luísa Ducla Soares nasceu a 20 de Julho de 1939,é uma escritora portuguesa que se tem dedicado especialmente à literatura infantil e juvenil, publicou mais de 80 obras. Junto de escolas desenvolve regularmente acções de incentivo à leitura. Recebeu o “Prémio Calouste Gulbenkian” para o melhor livro de literatura infantil no Biénio 1984-1985 e o “Grande Prémio Calouste Gulbenkian”pelo conjunto da sua obra 1996.
No livro que eu li de Luísa Ducla Soares “Poemas da Mentira e da Verdade” encontramos uma parte que é mentira e outra que é verdade. Os poemas que eu gostei mais são o” Poema G”, fala-nos da guerra e chega à conclusão que não interessa quem ganha, porque fica-se sempre a perder muito mais e o “Poema em P” acho que todo o politico deveria ler este poema, poderia ser que dessem mais valor à palavra Paz.
Achei o livro no seu todo acessível e aconselho todas as crianças e até mesmo adultos a lerem-no.

Luana Fernandes Cunha

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Segurança na Internet

A comunicação e a publicação de informação na Internet não é supervisionada por nenhuma entidade.

A maior parte dos seus serviços encontra-se à disposição dos utilizadores, entre eles, os mais jovens, sem qualquer restrição ou controlo.

É necessário garantir a utilização em segurança pois a Internet encerra perigos e infelizmente, não afectam só OS OUTROS.

A tomada de consciência dos riscos, estar informado de como os prevenir ou minimizar, orientar as actividades das crianças e adolescentes na Internet são algumas das atitudes que os Pais e responsáveis pela Educação devem assumir.

Alguns conselhos:
Tente fazer da Internet uma actividade familiar. Navegue pela Internet com os seus filhos.


Enquanto estiver com eles, pode ensinar-lhes e alertá-los sobre o uso responsável e seguro da Net;
Coloque o computador num ambiente que não seja o quarto das crianças.


Ensine às crianças que elas nunca devem divulgar nenhum tipo de informação privada a pessoas que conheçam aquando da navegação na Internet;

Explique aos seus filhos que nunca devem marcar um encontro com uma pessoa que tenham conhecido on-line pois "o amigo" on-line é um estranho. Caso insistam em fazê-lo, os Pais devem acompanhá-los e o encontro deverá ser feito num local público.

Estabeleça regras claras sobre a utilização da Internet em sua casa, tal como o momento do dia e o tempo que estas podem dedicar à navegação pela Internet;

Imprima estas regras de segurança e cole-as junto ao computador:

Não deves encontrar-te com ninguém que conheceste pela Internet sem dares conhecimento aos teus Pais.
Lembra-te que os "amigos" on-line podem não ser o que dizem ser - tu não os podes ver. E podem ser perigosos!
Não forneças as tuas informações pessoais: morada da tua casa, números de telefone, o nome da tua escola, a morada da tua escola, fotografia, password, nome dos teus pais, local de trabalho dos teus Pais, número do cartão bancário e detalhes da conta bancária.


Enquanto estás on-line, se detectares algo de estranho ou alguém incomodar-te, diz aos teus Pais.

Indique-lhes que não abram e-mails de desconhecidos. E-mails com com links para páginas web ou ficheiros anexos poderão conter vírus e danificar o disco rígido.

Indique-lhes que não respondam a e-mails - ou a qualquer outro tipo de comunicação - que possam conter algum conteúdo ofensivo, e aconselhe-os a abandonarem imediatamente uma página web ou uma sala de chat que os possa fazer sentir ameaçados ou receosos. Peça-lhe para o avisarem sempre que suceda uma situação destas. Uma relação aberta e baseada na confiança é extremamente importante.

Aconselhe os seus filhos para desconfiar e avisar os Pais, caso alguém lhes faça uma oferta demasiado tentadora pois provavelmente será uma armadilha!

Se pensa que os seus filhos, ou qualquer outra criança, pode estar de alguma forma em perigo, não deixe de contactar as autoridades competentes.

Trava-línguas

A Graça disse à Graça uma graça que não teve graça.

Três pratos de trigo para três tigres tristes.

O rato roeu a rolha da garrafa do rei da Rússia.

Eu vi um tigre, dois tigres, três tigres a dormirem.

O original nunca se desoriginou e nem nunca se desoriginalizará.

Era uma vez um caçador,furunfunfor, triunfunfor, misericuntor;E foi à caça,furunfunfaça, triunfunfaça, misericuntaça;E caçou um coelho,furunfunfelho, triunfunfelho, misericuntelho;E levou-o a uma velha,furunfunfelha, triunfunfelha, misericuntelha.

- Pardal pardo, porque palras?- Eu palro e palrarei,porque sou o pardal pardo,palrador de el-rei.

Padre PedroPrega pregosPrega pregosPadre Pedro

O tempo perguntou ao Tempoquanto tempo o Tempo tem.O Tempo respondeu ao tempoque o tempo tem tanto tempoquanto tempo o Tempo tem.

Qual é o doce que é mais doce que o doce de batata doce?Respondi que o doce que é mais doce que o doce de batata doce é o doce que é feito com o doce do doce de batata doce.

A sábia não sabia que o sábio sabia que o sabiá sabia que o sábio não sabia que o sabiá não sabia que a sábia não sabiaque o sabiá sabia assobiar.

Num ninho de mafagafos, cinco mafagafinhos há!Quem os desmafagafizá-los,um bom desmafagafizador será.

Sabendo o que sei e sabendo o que sabes e o que não sabes e o que não sabemos,ambos saberemos se somos sábios, sabidos ou simplesmente saberemos se somos sabedores.
Por debaixo daquela pipa está uma pita que pia.Pinga a pipa, pia a pita;Pinga a pipa, pia a pita…

Percebeste?Se nao percebeste faz que percebeste Para que eu perceba que tu percebeste.

Percebeste? Se não percebeste, percebesses, eu também não percebi e fiz para perceber. Percebeste?


(Verbo Tagarelar no Futuro do Pretérito)Eu tagarelariaTu tagarelariasEle tagarelariaNós tagarelariamosVós tagarelarieisEles tagarelariam

Disseram que na minha rua tem paralelepípedo feito de paralelogramos. Seis paralelogramos tem um paralelepípedo. Mil paralelepípedos tem uma paralelepipedovia.Uma paralelepipedovia tem mil paralelogramos.Então uma paralelepipedovia é uma paralelogramolândia?

Não confunda ornitorrinco com otorrinolaringologista, ornitorrinco com ornitologista,ornitologista com otorrinolaringologista, porque ornitorrinco, é ornitorrinco,ornitologista, é ornitologista, eotorrinolaringologista é otorrinolaringologista.

O desinquivincavacador das caravelariasdesinquivincavacaria as cavidadesque deveriam ser desinquivincavacadas.

A aranha arranha a jarra a jarra arranha a aranha.(diga 3 vezes bem rápido este trava-línguas)

O Peito do Pé do Pedro é Preto.(diga três vezes bem rápido este trava-línguas)


Curiosidades

Ninguém consegue lamber o próprio cotovelo, é impossível tocá-lo com a própria língua.

As unhas das mãos crescem aproximadamente quatro vezes mais rápido que as unhas dos pés.

Sabias que é impossível ESPIRRAR com os olhos abertos ?

Sabias que o músculo mais potente do corpo humano é a LÍNGUA ?




sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Em busca do tesouro

No tempo em que os animais falavam, havia um tesouro guardado por um gigante, numa igreja.
Numa montanha vivia um extraterrestre que tinha um tapete voador.
Ele pegou no tapete voador, pôs-se em cima dele e voou.
Voou em busca do tesouro que estava na igreja, guardado pelo gigante.
Chegou à aldeia, procurou a igreja onde este se encontrava e tentou entrar pela janela em cima do tapete.
Não conseguiu entrar porque o gigante meteu rapidamente a mão a tapar a janela.
O extraterrestre caiu ao chão, levantou-se e tentou de novo entrar, mas não conseguiu e voltou a cair.
O gigante pegou no tesouro e fugiu.

O extraterrestre que se encontrava caído no chão, não conseguiu levantar-se porque estava magoado numa perna.
Passado algum tempo, com muito esforço, o extraterrestre conseguiu levantar-se e chegou à conclusão, que sozinho não conseguia vencer o gigante. Pensou um bocado e, de repente
lembrou-se que tinha um amigo gigante que o poderia ajudar. Comunicou com o amigo e contou-lhe o que se estava a passar. Então os dois partiram ao encontro do inimigo. Travaram uma batalha muito dura. O extraterrestre e o amigo venceram.
O extraterrestre foi a correr à procura do tesouro.
Ele procurou, procurou, procurou e por fim encontrou- o. Pegou nele e levou-o consigo, para a montanha, aí partilharam o tesouro com os humanos e viveram todos felizes, tantos os humanos como os extraterrestres.


Trabalho elaborado por: Francisco, André Filipe e Vítor Fernando

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Mexidos de mel

Do livro: Festas e Comeres do Povo Português Editorial VERBO


Ingredientes :
1 litro de água
1 colher de sopa de manteiga
1 cálice de vinho do Porto
a casca de meio limão
2 paus de canela
2,5 dl de mel (minhoto)
250 g de açúcar
1 pitada de sal
50 g de pinhões
50 g de nozes
50 g de passas de uva sem grainhas
200 g de pão cacete duro
à direita Mexidos de Mel


Confecção :
Leva-se a água ao lume com todos os ingredientes atrás referidos com a excepção dos frutos e do pão.Depois, deixa-se ferver durante 15 minutos, e juntam-se então os frutos, devendo as nozes ser picadas bastante grosseiramente. Deixa-se ferver durante mais 15 minutos.Entretanto, tem-se cortado o pão em fatias finíssimas. Escalda-se o pão com água a ferver, mas apenas a necessária para do pão se obter uma massa, esmagando-a.Junta-se um pouco da calda anterior a esta massa, dissolvendo-a e misturando-se tudo.Deixa-se ferver um pouco para apurar e obter um preparado bem homogéneo e sem grumos. Serve-se em travessa.

Bolo Rei

Do Livro: Festas e Comeres do Povo Português Editorial VERBO

Ingredientes:
250 grs de farinha de trigo sem fermento
100 grs de massa de pão
1 colher de sopa de sal
4 ovos
raspa da casca de 1 limão
150 grs de açúcar
100 grs de manteiga
150 grs de frutos secos (pinhões, passas de uvas, nozes, etc.)
1 cálice de vinho do Porto
farinha para amassar
1 gema para pincelar
1 ou 2 favas
1 presentinho (facultativo)

Confecção :
De véspera, peneira-se a farinha para uma tigela, faz-se uma cova no meio onde se deita a massa de pão e o sal.Ligam-se estes dois elementos, amassando.Juntam-se depois os ovos, um a um, à temperatura ambiente, amassando, a raspa da casca de limão e o açúcar.Sempre que necessário, polvilha-se com farinha peneirada e em pequenas quantidades.Tem-se a manteiga batida em creme e junta-se à massa, a pouco e pouco, amassando.A massa no final deve ficar mole.Tapa-se com um pano, embrulha-se num cobertor e deixa-se levedar até ao dia seguinte.Picam-se os frutos grosseiramente e põem-se de molho no vinho do Porto.No dia seguinte, juntam-se os frutos e a fava à massa, amassando ligeiramente.Divide-se então a massa em dois bocados que se moldam em bola e coloca-se cada uma em seu tabuleiro untado e ligeiramente polvilhado.Introduzem-se os dedos indicadores no centro das bolas e, rodando a massa, alarga-se o buraco formando uma coroa.Deixa-se a massa crescer novamente cerca de 1 hora.Pincela-se com a gema de ovo diluída num pouco de água e leva-se a cozer, cada bolo, em forno médio (180º a 190ºC) até estar bem dourado.A meio da cozedura, enfeita-se com frutos cristalizados e açúcar em pedra.*As quantidades indicadas são dois bolos, com 28 cm de diâmetro.Esta receita foi feita a partir de uma original do Sul de França e que, quanto a nós, poderá ser pelo menos muito semelhante à que serviu de base ao nosso Nacional Bolo-Rei.A massa do Bolo-Rei é uma massa de Brioche que deve ficar muito leve.Para isso contribuem não só as proporções mas a levedação lenta (de um dia para o outro).Para se obter uma massa seguramente muito leve, sugerimos ao leitor seguir a técnica dos grandes Pasteleiros e Padeiros franceses: e que consiste em tirar, de duas em duas horas, a massa da tigela, pô-la sobre a mesa, dar-lhe uma volta e voltar a pô-la na tigela.A esta operação dá-se o nome de «romper a massa».Esperamos deste modo contribuir para repor a verdade do Bolo-Rei.*Se o leitor quiser fazer a massa de pão indicada para levedar, dissolva 14 grs de fermento de padeiro em 3 colheres de sopa de leite morno, junte 100 grs de farinha e misture de modo a ter uma massa mole e elástica.Se for preciso junte um pouco mais de leite (ou água), tépido.Deixe levedar 15 minutos ou introduza a massa em água morna.Quando a massa subir está levedada.Querendo usar levedura instantânea, junte meia saqueta (para quantidades indicadas) directamente com a farinha que, nesse caso, deverá ter 350 grs e não apenas 250 grs indicados.
Filhós de Abóbora - Felicia SampaioEditora Culinária do Roteiro Gastronómico de Portugal

Ingredientes :
1,5 kg de abóbora-menina
2 kg de farinha
6 ovos
1 cálice de aguardente velha
150 grs. de manteiga ou margarina derretida
40 grs. de fermento de padeiro
2 dl de leite morno
6 colheres de sopa de açúcar
1 dl de azeite morno
sumo de 1 laranja
1 colher de chá de sal

Confecção: Descasque a abóbora, corte-a em bocados e coza-a num pouco de água temperada com sal.Depois de cozida, escorra bem num passador e passe pelo passe-vite.Deite o puré num alguidar e junte os ingredientes acima citados com excepção do fermento e do azeite.Dissolva o fermento num pouco de água morna e ponha no alguidar.Amasse tudo, à mão, até obter uma massa homogénea e elástica.Cubra o alguidar com película aderente, abafe com um pano e deixe levedar em local quente.Assim que a massa tiver dobrado de volume, o que leva mais ou menos 2 horas, tenda as filhós.Unte uma tábua com com um pouco de azeite morno, retire um pouco de massa do tamanho de um ovo e espalme-o com a mão molhada no azeite.Com uma faca, dê 3 golpes perpendiculares na massa, até 2 cm dos bordos.Introduza as filhós em óleo bem quente, uma de cada vez e à medida que as vá estendendo.Vire-as para alourar dos dois lados.Polvilhe as filhós, ainda quentes, com açúcar e canela.

Rabanadas Minhotas

Do livro Cozinha Tradicional Portuguesa da Editoral Verbo

Ingredientes :
1 pão de cacete com 500 g
2 dl de leite
6 ovos
Óleo q.b.
1 kg de açúcar
1 pau de canela
sal
Confecção: O pão deve ser de véspera.Corta-se em fatias com cerca de um dedo de espessura.Leva-se o leite com uma pitada de sal a ferver e passam-se as fatias de pão neste leite.À medida que se passam as fatias no leite, vão-se colocando num tabuleiro forrado com uma toalha para esta absorver o excesso de leite.Depois passam-se pelos ovos batidos, escorrem-se e fritam-se em óleo bem quente.Leva-se o açúcar ao lume com 5 dl de água e deixa-se ferver até fazer um ponto fraco (pasta). Passam-se as rabanadas nesta calda, que se deve manter neste ponto(juntando-lhe água) e em lume brando. Colocam-se numa taça à medidaque se vão passando pela calda.Leva-se finalmente a calda ao lume, junta-se o pau de canela e deixa-se ferver até fazer ponto de pérola (108º C).Deita-se a calda sobre as rabanadas.

Rabanadas

Ingredientes :
1 pão de cacete de 500 g
300 g de açúcar
1 colher de sopa de manteiga
1 pau de canela
1 casca de limão
2 gemas
2 ovos
7,5 dl de vinho tinto verde ou maduro
250 g de mel
1 colher de sobremesa de canela em pó
Óleo para fritar


Confecção: Corta-se o cacete em fatias com cerca de 1 cm de espessura.Leva-se ao lume o açúcar com 2 dl de água, a manteiga, o pau de canela, a casca de limão e uma pitada de sal.Deixa-se ferver durante 5 minutos.Retira-se do lume e introduzem-se as fatias de pão na calda bem quente.Escorrem-se sobre uma peneira ou passador.Em seguida, passam-se as fatias pelas gemas em óleo quente.À medida que se vão fritando as rabanadas, colocam-se estas numa travessa funda e polvilham-se com açúcar e canela.À parte, mistura-se o vinho tinto com o mel, a canela em pó e, se o vinho for verde ou agreste, açúcar. Leva-se ao lume só para levantar fervura e deita-se sobre as rabanadas. Viram-se com cuidado para não se partirem.Servem-se no dia seguinte.